Sinopse do filme: Baseado em uma história real, na qual, em 1969, após tentar se suicidar, Hunter Adams (protagonizado pelo ator Robin Williams) voluntariamente se interna em um sanatório. Ao ajudar outros internos, descobre que deseja ser médico, para poder ajudar as pessoas. Deste modo, sai da instituição e entra na universidade de medicina e adota o nome de Patch Adams.
Seus métodos pouco convencionais causam inicialmente espanto, mas aos poucos vai conquistando todos, com exceção do reitor, que quer arrumar um motivo para expulsá-lo, apesar dele ser o primeiro da turma.
Usando o riso como terapia, consegue melhorar em princípio um grupo de garotos portadores de câncer. Questionado sobre sua técnica, mostrou conhecimento científico quando defende que o riso libera em maior quantidade a “endorfina” na circulação, fazendo-a aumentar e consequentemente ampliando a imunidade do organismo, fazendo com que o paciente esqueça da dor e da doença por alguns momentos.
Pressionado na universidade por sua conduta contrária aos princípios da medicina, desenvolvidos e estudados há anos e desacreditado sobre a eficiência do seu método, Patch não se deu por vencido e iniciou um trabalho voluntário fora da universidade onde oferecia aos pacientes o complemento do tratamento que não era oferecido nos hospitais convencionais.
Os resultados obtidos com a quebra de paradigmas propostas por ele eram visíveis e após enfrentar um processo que discutia a sua permanência no curso de medicina, por ter agido contra os princípios da universidade, Patch teve reconhecido o seu trabalho e após sua formação, fundou um instituto responsável por levar o seu método de tratamento a diversas partes do undo.
Comentário: O filme mostra que é preciso olhar além e ver o que os outros não conseguem. Propor novas formas, reinventar o que já existe e sobretudo acreditar em nossos princípios. É possível extrair diversas lições sobre a importância e conseqüências das emoções, acreditando em nossos sonhos e não perdendo a confiança em nós mesmos.
O filme nos mostra a possibilidade de se quebrar paradigmas pré-estabelecidos, em prol de uma melhor forma de exercermos nossas atividades.
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